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SEJA BEM VINDO DE VOLTA

Exatamente isso, estou de volta e sem cena vou logo postar um video de boas vindas.

 



Escrito por Henrique às 20h03
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Escrito por Henrique às 01h39
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Como ser um grande escritor, por Charles Bukowski


você tem que trepar com um grande número de mulheres
belas mulheres
e escrever uns poucos e decentes poemas de amor.

e não se preocupe com a idade
e/ou com os talentos frescos e recém-chegados.

apenas beba mais cerveja
mais e mais cerveja

e vá às corridas pelo menos uma vez por
semana

e vença
se possível.

aprender a vencer é difícil -
qualquer frouxo pode ser um bom perdedor.

e não se esqueça do Brahms
e do Bach e também da sua
cerveja.

não exagere no exercício.

durma até o meio-dia.

evite cartões de crédito
ou pagar qualquer conta
no prazo.

lembre-se que nenhum rabo no mundo
vale mais do que 50 pratas.
(em 1977).

e se você tem a capacidade de amar
ame primeiro a si mesmo
mas esteja sempre alerta para a possibilidade de uma
derrota total
mesmo que a razão para essa derrota
pareça certa ou errada -

um gosto precoce de morte não é necessariamente
uma coisa má.

fique longe de igrejas e bares e museus,
e como a aranha seja
paciente -
o tempo é a cruz de todos,
mais o
exílio
a derrota
a traição

todo este esgoto.

fique com a cerveja.

a cerveja é o sangue contínuo.

uma amante contínua.

arranje uma grande máquina de escrever
e assim como os passos que sobem e descem
do lado de fora de sua janela
bata na máquina
bata forte

faça disso um combate de pesos pesados

faça como o touro no momento do primeiro ataque

e lembre dos velhos cães
que brigavam tão bem:
Hemingway, Céline, Dostoiévski, Hamsun.

se você pensa que eles ficaram loucos
em quartos apertados
assim como este em que agora você está

sem mulheres
sem comida
sem esperança

então você não está pronto.

beba mais cerveja.
há tempo.
e se não há
está tudo certo
também.



(Charles Bukowski, in O amor é um cão dos diabos) -



Escrito por Henrique às 21h03
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Alguém sabe a razão/motivo dos comflitos na Faixa de Gaza ?

A criação de Israel foi um absurdo, um erro cometido pela ONU que anula tudo de bom que essa instituição já fez. Os Judeus viviam sendo perseguidos, precisavam de um país, mas entre tantos lugares possíveis para fazer Israel escolheram uma nação do terceiro mundo onde o povo quase morria de sede apenas porque a religião judaica diz que aquela é a terra prometida dos judeus. Mas não é para isso que existe o direito internacional?Para evitar que cada religião faça apenas aquilo que quiser, desconsiderando as demais? A ONU cometeu um erro terrível, com o aval dos EUA. Os judeus foram tomando as terras palestinas vila por vila, em algumas executaram todos os homens em condição de lutar. Essa imagem que temos hoje dos árabes, de brigões, não existia antes de Israel. Acontece que os palestinos foram vítimas de uma das maiores injustiças da história da humanidade e a sua reação é proporcional ao tamanho dessa injustiça. O próprio Ben Gurion, fundador de Israel, em suas cartas ao filho, deixou escapar que nunca teve a intenção de viver em harmonia com o povo árabe. Ele dizia que, no dia da fundação de Israel, estava alegre, mas ao mesmo tempo lamentava por ter que dividir a terra com os árabes. Isso mostra que Israel já nasceu com caráter colonialista. A faixa de gaza é parte do que teria sido o estado palestino que sequer chegou a existir, pois os árabes não aceitaram esse absurdo que foi a criação de Israel. Quando vc vir aquele repórter loirinho da Globo falando lá do Oriente Médio besteiras como "o difícil caminho para a paz", "a paz está mais difícil do que nunca" saiba que a questão lá na é paz, mas sim justiça e se aos seus olhos parecer que são dois povos que gostam de brigar e que os árabes são radicais saiba de uma coisa: os palestinos não aceitam acordo com os judeus israelenses do mesmo modo que vc não faria acordo com um invasor que tomasse a sua casa e te obrigasse a morar no porão do seu próprio lar. Por que os Judeus sionistas (os israelenses) acham que têm direito àquela terra? Existe algum argumento ou documento válido dentro do direito internacional que assegure a eles algum direito à Palestina? Resposta: Não, apenas os escritos religiosos deles dizem que aquela é a terra prometida por Deus a eles. Ou seja, um argumento que só tem validade pros judeus. Isso mostra que todo horror que eles impuseram aos palestinos é conseqüência exclusiva do seu fanatismo religioso, embora quem tenha fama de fanático sejam os árabes e muçulmanos em geral. Até mesmo a invasão das Malvinas, que todo mundo sabe que foi uma jogada de Marketing do governo militar argentino, foi mais legítima que a criação de Israel, pois o governo argentino tinha documentos para reivindicar a posse daquelas terras.



Escrito por Henrique às 11h54
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A história das coisas 2



Escrito por Henrique às 15h42
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A história das coisas



Escrito por Henrique às 15h42
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É PRECISO SONHAR AGORA E SEMPRE

 

Prometa a si mesmo nunca esquecer os sonhos como se esquecem os rostos.

 

 

 



Escrito por Henrique às 00h43
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Economia Budista


Economia Budista

A E.F. Schumacher Society disponibiliza esse texto em outras 15 línguas.

 Há universal concordância quanto ao trabalho humano ser uma fonte fundamental de riqueza. Ora, o economista moderno foi levado a reputar o trabalho ou "mão-de-obra" como pouco mais que um mal necessário. Sob o ponto de vista do empregador, é, de qualquer forma, uma parcela dos custos, a ser reduzida ao mínimo se não puder ser de todo eliminada, digamos, pela automação. Sob o ponto de vista do trabalhador, é uma 'desutilidade'; trabalhar é sacrificar seu próprio lazer e conforto, e os salários são uma espécie de compensação pelo sacrifício. Daí ser o ideal, do ponto de vista do empregador, obter produção sem empregados, e do ponto de vista do empregado, rendimento sem emprego.

 

As conseqüências dessas atitudes, quer na teoria como na prática são, é claro, de alcance extremamente longo. Se o ideal com relação ao trabalho é livrar-se dele, todo método que 'reduz a carga do trabalho' é bom. O método mais poderoso, abaixo da automação, é a chamada 'divisão do trabalho', e o exemplo clássico é a fábrica de alfinetes elogiada em A Riqueza das Nações, de Adam Smith. Não se trata aí de uma questão de especialização ordinária, mas de dividir todo processo completo de produção em parte diminutas, de modo a que o produto final possa ser produzido a grande velocidade sem que ninguém tenha de contribuir com mais do que um movimento dos membros, totalmente insignificante e, na maior parte dos casos, dispensando qualquer treinamento ou qualificação.

 

O ponto de vista budista considera a função do trabalho como sendo no mínimo tríplice: dar a um homem a oportunidade de utilizar e desenvolver suas faculdades; possibilitar-lhe a superação de seu egocentrismo. unindo-se a outras pessoas em uma tarefa comum; e gerar os produtos e serviços necessários a uma existência digna. Uma vez mais, são infinitas as conseqüências que decorrem dessa concepção. Organizar o trabalho de maneira que se torne desprovido de significado, maçante, embrutecedor ou irritante para o trabalhador seria uma atitude quase criminosa; indicaria maior interesse nos bens que nas pessoas, uma terrível falta de compaixão e um grau de apego, espiritualmente nocivo, ao lado mais primitivo desta existência mundana. Igualmente, sonhar com o lazer como alternativa para o trabalho seria julgado uma completa incompreensão de uma das verdades básicas da existência humana, qual seja a do trabalho e o lazer serem partes complementares do mesmo processo vital e não poderem ser separadas sem destruir a alegria do trabalho e a satisfação do lazer.

 

Do ponto de vista budista, há pois dois tipos de mecanização que devem ser claramente distinguidos: um que realça a habilidade e o poder do homem e outro que transfere o trabalho do homem para um escravo mecânico, deixando o homem na posição de servir ao escravo. Como distinguir um do outro? 'O próprio artesão', diz Ananda Coomaraswamy, um homem igualmente competente para falar tanto do Ocidente moderno quanto do antigo Oriente, 'pode sempre, se lhe for permitido, traçar uma distinção delicada entre a máquina e a ferramenta. O tear de tapeçaria é uma ferramenta, um dispositivo para manter esticados os fios da urdidura em torno da qual os dedos do artesão tecerão a peça; o tear mecânico, porém, é uma máquina, e seu significado como destruidor de cultura reside no fato de executar a parte essencialmente humana do serviço'. É claro, por conseguinte, que a economia budista tem de ser muito diferente da economia do moderno materialismo, já que o budismo vê a essência da civilização não na multiplicação de necessidades, mas na purificação do caráter humano. O caráter, ao mesmo tempo, é formado sobretudo pelo trabalho do homem. E, o trabalho, apropriadamente conduzido em condições de dignidade e liberdade humanas, abençoa aos que o executam e igualmente a seus produtos. O filósofo e economista indiano J.C.Humarappa resume o tema assim:

 

"Se a natureza do trabalho é adequadamente apreciada e aplicada, está relacionada com as faculdades superiores da mesma forma que o alimento face ao corpo físico. Ele nutre e vivifica o homem superior e incita-o a produzir o melhor de que é capaz. Dirige sua vontade livre para canais progressistas. Fornece um excelente pano de fundo para o homem exibir sua escala de valores e aperfeiçoar sua personalidade."

 

Se um homem não tem oportunidade de arranjar trabalho, fica em posição desesperada, não simplesmente por lhe faltar uma renda, mas por carecer desse fator nutritivo e vivificante do trabalho disciplinado que nada pode substituir. Um economista moderno pode empenhar-se em cálculos altamente elaborados para saber se o pleno emprego 'compensa' ou se seria mais 'econômico' dirigir uma economia abaixo do pleno emprego de maneira a assegurar maior mobilidade de mão-de-obra, maior estabilidade salarial, e assim por diante. Seu critério fundamental de sucesso é simplesmente a quantidade total de bens produzidos em dado período de tempo. 'Se o impulso marginal por bens é baixo', diz o Professor Galbraith em The Affluent Society, ' também o é, então, o de empregar o último homem ou o último milhão de homens na força de trabalho'. E adiante: 'Se... podemos permitir-nos algum desemprego no interesse da estabilidade - uma proposta, diga-se de passagem, de antecedentes impecavelmente conservadores - então podemos permitir-nos dar aos desempregados os bens que os habilitem a sustentar seu habitual padrão de vida'.

 

De um ponto de vista budista, isso corresponde a virar a verdade de cabeça para baixo por se considerarem os bens mais importantes do que as pessoas e o consumo mais importante do que a atividade criadora. Significa passar a ênfase do trabalhador para o produto do trabalho, isto é, do humano para o subumano, uma rendição ante as forças do mal. O início mesmo do planejamento econômico budista seria um planejamento para pleno emprego e a finalidade principal disso seria, de fato, emprego para todos os que precisem de um emprego 'fora': não seria a maximização do emprego nem da produção. As mulheres, em geral, não precisam de um emprego 'fora', e o emprego em grande escala de mulheres em escritórios ou fábricas seria considerado sinal de grave insucesso econômico. Em particular, deixar mães de filhos pequenos trabalharem em fábricas enquanto as crianças ficam largadas seria tão antieconômico aos olhos de um economista budista quanto empregar um operário especializado como soldado aos olhos de um economista moderno.

 

Enquanto o materialista está sobretudo interessado em bens, o budista o está em libertação. Mas o budismo é o 'Caminho do Meio' e, assim, de maneira alguma antagoniza o bem-estar físico. Não é a riqueza que atrapalha a libertação, porém, o apego à riqueza; não a fruição de coisas agradáveis, mas o desejo exagerado delas. A tônica da economia budista, portanto, é simplicidade e não-violência. Do ponto de vista de um economista, a maravilha do estilo de vida budista é a racionalidade absoluta de seu modelo - meios espantosamente reduzidos levando a resultados extraordinariamente satisfatórios.

 

Para o economista moderno isso é bastante difícil de entender. Ele está acostumado a medir o 'padrão de vida' pela quantidade de consumo anual, supondo sempre que um homem que consome mais está 'em melhor situação' do que outro que consome menos. Um economista budista consideraria esse enfoque extremamente irracional: como o consumo é simplesmente um meio para o bem-estar humano, a meta deveria ser obter o máximo de bem-estar com o mínimo de consumo. Assim, se a finalidade das roupas é uma certa dose de conforto térmico e uma aparência atraente, a tarefa consiste em atingir esta finalidade com o mínimo esforço possível, isto é, com a menor destruição anual de tecido com a ajuda de desenhos que acarretem o mínimo possível de esforço. Quanto menos esforço houver, tanto mais tempo e vigor restarão para a criatividade artística. Seria altamente antieconômico, por exemplo, ir atrás de um trabalho de alfaiataria complicado, como no moderno Ocidente, quando se pode chegar a resultado muito mais bonito com o planejamento de tecidos não recortados. Seria o auge da loucura fazer pano que se desgastasse depressa e o auge da barbárie fazer qualquer coisa feia, esmolambada ou medíocre. O que acaba de ser dito a respeito de roupa aplica-se igualmente a todas as outras necessidades humanas. A posse e o consumo de bens é um meio para se chegar a um fim, e a economia budista é o estudo sistemático de como alcançar determinados fins com recursos mínimos.

 

A economia moderna, pelo contrário, considera o consumo como o único fim e propósito de toda a atividade econômica, tomando como meios os fatores de produção: terra, trabalho e capital. Aquela, em suma, procura maximizar as satisfações humanas pela otimização do modelo de consumo, enquanto esta tenta maximizar o consumo pela otimização do modelo de esforço produtivo. É óbvio que o esforço necessário para sustentar um estilo de vida que visa a atingir a otimização do modelo de consumo tende a ser bem menor do que o necessário para sustentar uma tendência para consumo máximo. Não devemos ficar surpresos, pois, que a pressão e a tensão de viver sejam muito inferiores, digamos, na Birmânia, do que o são nos Estados Unidos, a despeito do fato de que a quantidade de maquinaria destinada a poupar mão-de-obra usada naquele país ser uma fração ínfima da usada no outro.

 

Simplicidade e não-violência estão, é claro, intimamente ligadas. A otimização do modelo de consumo, ocasionando acentuado grau de satisfação humana graças a um índice de consumo relativamente baixo, permite às pessoas viverem sem grande pressão e tensão, e satisfazerem o primeiro ensinamento budista: 'Pare de fazer o mal, tente fazer o bem'. Como os recursos físicos são limitados em toda parte, as pessoas que satisfazem suas necessidades por meio de um modesto uso de recursos têm evidentemente menor probabilidade de fazerem-se concorrência ruinosa do que as que dependem de um índice elevado de recursos. As pessoas que vivem em comunidades altamente auto-suficientes, com recursos locais, também são menos inclinadas a envolver-se em violência em grande escala do que pessoas cuja existência depende de sistemas mundiais de comércio.


Do ponto de vista da economia budista, por esse motivo, a produção com recursos locais para as necessidades locais é o meio mais racional de vida econômica, enquanto a dependência de importações de pontos remotos e a consequente exigência de produzir para exportar para povos desconhecidos e distantes é altamente antieconômica, justificando-se somente em casos excepcionais e em pequena escala. Tal como o moderno economista admitiria que um alto índice de consumo de serviços de transporte entre a casa de um homem e seu local de trabalho significa uma desgraça e não um padrão de vida elevado, também um economista budista alegaria que satisfazer as necessidades humanas com fontes distantes em vez de fontes próximas significa insucesso em vez de sucesso. O primeiro tende a encarar estatísticas que revelam aumento do número de toneladas/quilômetros per capita da população usuária do sistema de transporte de um país como prova de progresso econômico, ao passo que para o segundo - o economista budista - as mesmas estatísticas apontariam uma deterioração extremamente indesejável no modelo de consumo.


Outra diferença notável entre a economia moderna e a budista surge a propósiuto do uso de recursos naturais. Bertrand de Jouvenel, o eminente filósofo político francês, caracterizou o 'homem ocidental' em palavras que podem ser tomadas como uma descrição justa do moderno economista:


"Ele tende a não computar coisa alguma como dispêndio, exceto o esforço humano; não lhe parece importar quanta matéria mineral desperdiça e, pior ainda, quanta matéria viva destrói. Não parece dar-se conta absolutamente de que toda vida humana depende de um ecossistema de muitas diferentes formas de vida. Como o mundo é governado de cidades onde os homens se acham desligados de qualquer outra forma de vida que não a humana, o sentimento de pertencer a um ecossistema não é revivido. Isso resulta em um tratamento implacável e imprevidente de coisas das quais em última análise dependemos, tais como a água e as árvores."


O ensinamento de Buda, pelo contrário, recomenda uma atitude reverente e não-violenta não só para com todos os seres sensíveis como também, com grande destaque, para as árvores. Todo seguidor de Buda deve plantar uma árvore periodicamente e cuidar dela até estar firmemente assentada, e o economista budista pode demonstrar sem esforço que a observação universal dessa regra teria como resultado um índice elevado de desenvolvimento econômico genuíno, independente de qualquer auxílio estrangeiro. Grande parte da decadência econômica do sudeste da Ásia (assim como de muitas outras partes do mundo), deve-se indiscutivelmente ao insensato e vergonhoso descuido com as árvores.


A economia moderna não distingue entre materiais renováveis, já que seu próprio método é igualar e quantificar tudo por intermédio de um preço em dinheiro. Assim, tomemos vários combustíveis alternativos, como carvão, petróleo, madeira ou força hidráulica: a única diferença entre eles, reconhecida pela economia moderna, é o custo relativo por unidade equivalente. O mais barato é automaticamente o preferido, pois fazer o contrário seria irracional e 'antieconômico'. De um ponto de vista budista, é claro, isso não serviria; a diferença essencial entre combustíveis não-renováveis como carvão e petróleo, de um lado, e os renováveis como madeira e força hidráulica, do outro, não pode simplesmente ser menosprezada. Bens não-renováveis só devem ser usados se indispensáveis, e somente com o maior cuidado e a mais meticulosa preocupação com a conservação. Usá-los imprudente ou extravagantemente é um ato de violência, e conquanto a não-violência total talvez não seja alcançável nesta terra, o homem tem, não obstante, o dever iniludível de visar ao ideal da não-violência em tudo o que faça.

[...]

 

 

 

Capítulo IV do livro " O negócio é ser pequeno ", de E. F. Schumacher.

Círculo do Livro 1973, tradução de Octávio Alves Velho.

http://nebardi.wordpress.com

 



Escrito por Henrique às 02h18
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Escrito por Henrique às 12h37
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DESCE AS ESCADAS DO PRÉDIO E VEM À RUA



Escrito por Henrique às 20h13
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Fernando Pessoa

Onde você vê um obstáculo,
alguém vê o término da viagem
e o outro vê uma chance de crescer.
Onde você vê um motivo pra se irritar,
Alguém vê a tragédia total
E o outro vê uma prova para sua paciência.
Onde você vê a morte,
Alguém vê o fim
E o outro vê o começo de uma nova etapa...
Onde você vê a fortuna,
Alguém vê a riqueza material
E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.
Onde você vê a teimosia,
Alguém vê a ignorância,
Um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do outro,
a não ser que ele deseje isso.
Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.
"Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura."



Escrito por Henrique às 19h58
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Me desculpem pelo abandono repentino, mas faculdade e estágio é bem complicado, porém vamos ao que interessa.

Essa semana eu andei lendo um livro de um autor muito bem conceituado, Friederich Nietzsche.

Pra deixar vocês curiosos vou publicar um pequeno trecho de um de seus livros.



"Existe agora uma teoria da moral, uma doutrina fundamentalmente errada, que conhece uma grande vaga na Inglaterra: de acordo com ela os juízos de "bem" e "mal" exprimem um total de experiências relativas ao que é "oportuno", e ao que é "inoportuno"; que se chama "bem" ao que conserva a espécie, e "mal" àquilo que a prejudica. Toda via, os maus instintos são na realidade tão apropriados ao fim, tão úteis à conservação da espécie e tão indispensáveis quanto os bons: somente sua função é diferente." Friedrich Nietzsche

Escrito por Henrique às 01h25
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MANIFESTO COMUNISTA





Escrito por Henrique às 01h09
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PRIMEIRO PONTO

Nosso destino individual é mais importante
PORQUE A GERRA ?
Tendência de auto-denegrir
Contardo calligaris
Igodo
Agente vive mais pra forma opniao dos outros do que a nossa
Pessimismo estabelecido/
Ser homem eh tão complicado quanto ser mulher, ou ate mais
exigencia de virilidade , conflitos internos,
monolitico


Escrito por Henrique às 00h47
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